O “Gato Solar” e o Desafio Regulatório.
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"No Brasil atual, se você andar por praticamente qualquer cidade brasileira, esteja na área urbana ou até mesmo no campo, verá que não é difícil se deparar com placas de energia solar nos telhados de casas, edifícios, estabelecimentos comerciais, ou mesmo em grandes fazendas solares ou em terrenos à beira de estradas e no meio de plantações rurais."
Por Marina Meyer e Enio Fonseca
O crescimento acelerado da geração solar impulsionou o Brasil à marca de 60 GW de capacidade instalada, tornando-se a segunda maior fonte da matriz elétrica nacional, representando aproximadamente 24,5% do total. Hoje, o país possui mais de 4 milhões de sistemas solares fotovoltaicos instalados em telhados, comércios e usinas.
A energia solar expandiu cerca de 70% ao ano, mudando drasticamente o perfil de geração no Sistema Interligado Nacional (SIN):
2021 a 2023: O salto foi vertiginoso. De uma participação incipiente, a fonte solar passou a responder por fatias expressivas da energia instantânea do país.
2023: Produziu 50.633 GWh.
2024: A produção atingiu 70.996 GWh, sendo quase 58% proveniente da micro e minigeração distribuída.
2025/2026: Acompanhando o avanço da capacidade, a produção anual consolidada de energia solar continuou em forte expansão, superando a barreira dos 80.000 GWh.
O boom da Micro e Minigeração Distribuída (MMGD) transformou a paisagem urbana e rural do país, sendo considerado por muitos como uma vitória da transição energética, e do direito de escolha do consumidor. No entanto, os bastidores desse crescimento revelam um efeito colateral preocupante que a imprensa especializada começou a expor: o avanço dos chamados gatos de energia solar”.
Fonte: https://direitoambiental.com/

ENIO FONSECA
Diretor da ALAGRO, CEO da Pack of Wolves , foi Sup. do Ibama em MG, sup. Gestao Ambiental Cemig ,Conselheiro do Copam, Conselheiro do FMASE, Diretor de MA e RI na SAM Metais.
















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