Blended Finance: impacto e lucro podem coexistir?
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“Someone is sitting in the shade today because someone planted a tree a long time ago.” (“Alguém está sentado na sombra hoje porque alguém plantou uma árvore há muito tempo.”)
Warren Buffett

Por Enio Fonseca e Décio Michellis
O avanço das agendas climática, social e de desenvolvimento sustentável exige volumes crescentes de capital em escala global. Entretanto, os recursos públicos e filantrópicos disponíveis são insuficientes para financiar sozinhos a transição para uma economia de baixo carbono, resiliente e inclusiva. Nesse contexto, o blended finance emerge como uma das principais estratégias para mobilizar capital privado em direção a projetos de impacto socioambiental.
Segundo a definição da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), blended finance corresponde ao uso estratégico de recursos concessionais — públicos ou filantrópicos — para mobilizar capital privado adicional voltado ao desenvolvimento sustentável.
Na prática, o blended finance combina diferentes perfis de capital em uma mesma estrutura financeira. De um lado, encontram-se investidores públicos, multilaterais ou filantrópicos dispostos a assumir riscos maiores ou retornos inferiores. De outro, investidores privados interessados em retornos compatíveis com o mercado, mas que normalmente não investiriam sozinhos em projetos com riscos elevados, baixa liquidez ou maturação longa.
Fonte: direitoambiental.com

ENIO FONSECA
Diretor da ALAGRO, CEO da Pack of Wolves , foi Sup. do Ibama em MG, sup. Gestao Ambiental Cemig ,Conselheiro do Copam, Conselheiro do FMASE, Diretor de MA e RI na SAM Metais.
















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