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Investigação da Seção 301 nos EUA acende alerta sobre possíveis novas sanções ao Brasil

A investigação aberta pelos Estados Unidos contra o Brasil, com base na chamada Seção 301, reacendeu o debate sobre os riscos de novas sanções comerciais e seu impacto direto no agronegócio brasileiro. O procedimento, conduzido pelo USTR (United States Trade Representative), avalia se o país adota práticas consideradas “injustas” ou “distorcivas” no comércio internacional.


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Segundo informações do Estadão, a apuração envolve temas como subsídios, barreiras regulatórias, política tributária e questões ambientais — elementos que, de acordo com a legislação americana, podem justificar a imposição de tarifas adicionais ou restrições comerciais ao Brasil.


O que está em análise?

A Seção 301 permite aos EUA investigarem e punirem países cujas políticas sejam consideradas prejudiciais à competitividade americana.


No caso brasileiro, alguns pontos chamam atenção:

  • Programas de incentivo e subsídio aplicados a setores exportadores.

  • Questões envolvendo políticas ambientais e fiscais.

  • Possíveis barreiras regulatórias internas que impactam a concorrência internacional.


Apesar de parte das tarifas anteriores ter sido suspensa ou revista, o fato de o processo estar em andamento mantém o Brasil em uma posição sensível no comércio bilateral.


Impactos potenciais no agronegócio

Embora o resultado da investigação ainda não esteja definido, o próprio procedimento já traz efeitos indiretos. Exportadores começam a rever estratégias e monitorar riscos, principalmente em setores fortemente presentes no mercado americano:

  • Carne bovina

  • Açúcar e etanol

  • Café verde

  • Produtos processados e industrializados ligados ao agro


O temor principal é a eventual aplicação de tarifas adicionais — semelhantes ao que ocorreu em 2024 em outros segmentos — o que poderia elevar custos, reduzir margens e deslocar produtos brasileiros em favor de concorrentes de outros países.


O desafio de diversificar mercados

O cenário reforça uma necessidade cada vez mais clara: diversificar destinos de exportação e reduzir a dependência de grandes parceiros tradicionais.

China, Oriente Médio, Sudeste Asiático e países latino-americanos surgem como alternativas estratégicas, especialmente para cadeias que vinham aumentando sua presença nos EUA.


Além disso, cresce a importância de:

  • práticas robustas de compliance;

  • transparência regulatória;

  • adequação às exigências internacionais;

  • fortalecimento da comunicação institucional sobre sustentabilidade e governança.


Para a ALAGRO, o momento exige monitoramento constante, análise técnica e preparação estratégica. O agronegócio brasileiro permanece competitivo e resiliente, mas mudanças no ambiente geopolítico demandam adaptação rápida — especialmente quando envolvem investigações como a Seção 301, historicamente associadas a potenciais medidas unilaterais dos EUA.

A recomendação é clara: acompanhar a evolução do caso, revisar cadeias produtivas e ampliar rotas e parceiros comerciais, buscando proteger e fortalecer o setor no médio e longo prazo.


Fonte: Adaptado de matéria publicada pelo Estadão.

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