Empresas buscam rotas alternativas para manter exportações de frango ao Oriente Médio
- 5 de mar.
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A escalada das tensões no Oriente Médio tem levado empresas brasileiras do setor avícola a avaliar rotas logísticas alternativas para manter o fluxo de exportações de carne de frango para a região. O objetivo é garantir a continuidade das entregas diante do aumento dos riscos geopolíticos e dos custos associados ao transporte marítimo.

Região é estratégica para a avicultura brasileira
O Oriente Médio é um dos principais destinos da carne de frango produzida no Brasil. Países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar figuram entre os maiores compradores da proteína brasileira, tornando a região um mercado essencial para a cadeia produtiva nacional.
A demanda permanece elevada, mas o setor tem monitorado atentamente os impactos do conflito sobre as rotas marítimas e sobre a logística internacional.
Custos logísticos e riscos no transporte
O aumento das tensões na região tem elevado os custos do transporte marítimo, principalmente devido ao encarecimento dos seguros de navegação e aos riscos em rotas estratégicas do comércio internacional, como o Estreito de Ormuz e áreas próximas ao Mar Vermelho.
Em alguns casos, armadores e operadores logísticos passaram a adotar maior cautela na abertura de novas reservas de embarque, o que exige planejamento adicional por parte das empresas exportadoras.
Diversificação de rotas e adaptação do setor
Diante desse cenário, companhias do setor têm analisado trajetos alternativos para manter os embarques, incluindo desvios por rotas mais seguras ou por portos fora das áreas de maior risco geopolítico.
Apesar dos desafios logísticos, especialistas destacam que a demanda internacional por carne de frango brasileira continua forte, o que estimula o setor a buscar soluções operacionais para preservar a competitividade e manter os contratos com os mercados importadores.
Fonte: Globo Rural
















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