<p>Mais do que ampliar a bancada, a eleição de 2026 preservou uma estrutura política capaz de influenciar orçamento, comissões, relatorias e a relação do próximo governo com o Congresso.</p><p></p><p>O resultado das eleições legislativas mostra que o agro continua entre as forças políticas mais organizadas do Congresso e chega a 2027 com capacidade para influenciar a agenda do próximo governo.</p><p></p><p><strong>A FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária)</strong> reunia cerca de 355 parlamentares antes da eleição e chegou às urnas com mais de 75% de seus integrantes disputando a reeleição. O resultado deste domingo preservou uma parcela importante desse núcleo na Câmara e ampliou a presença de nomes ligados ao agro no Senado. A composição definitiva da FPA para a próxima legislatura, porém, ainda será formada. O número, de todo modo, não significa que todos votem juntos. A força da FPA está na capacidade de reunir parlamentares de diferentes partidos em torno de pautas específicas. </p><p></p><p>E as urnas preservaram esse núcleo político na Câmara, ao mesmo tempo em que levaram para o Senado nomes com forte trajetória no setor.</p><p></p><p>No Senado, mudanças maiores</p><p></p><p>Duas das três cadeiras de cada estado estavam em disputa, o que tornou o resultado especialmente relevante para a composição do Senado a partir de 2027. O agro perde alguns nomes experientes, mas também leva para a Casa uma nova geração de parlamentares com trajetória na Câmara, no Executivo e na produção rural.</p><p></p><p>Entre as perdas está Carlos Fávaro, que encerra o mandato por Mato Grosso. No estado, ele e Jayme Campos deixam a Casa, enquanto Wellington Fagundes permanece até 2031. Em seu lugar entram Mauro Mendes, ex-governador de Mato Grosso, e Zé Medeiros, que já foi senador e retorna agora eleito. Mendes chega ao Congresso pela primeira vez depois de dois mandatos à frente de um dos principais estados produtores do país; Medeiros leva para o Senado uma atuação concentrada em infraestrutura, segurança jurídica e questões que afetam diretamente a produção.</p>
<p>Mais do que ampliar a bancada, a eleição de 2026 preservou uma estrutura política capaz de influenciar orçamento, comissões, relatorias e a relação do próximo governo com o Congresso.</p><p></p><p>O resultado das eleições legislativas mostra que o agro continua entre as forças políticas mais organizadas do Congresso e chega a 2027 com capacidade para influenciar a agenda do próximo governo.</p><p></p><p><strong>A FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária)</strong> reunia cerca de 355 parlamentares antes da eleição e chegou às urnas com mais de 75% de seus integrantes disputando a reeleição. O resultado deste domingo preservou uma parcela importante desse núcleo na Câmara e ampliou a presença de nomes ligados ao agro no Senado. A composição definitiva da FPA para a próxima legislatura, porém, ainda será formada. O número, de todo modo, não significa que todos votem juntos. A força da FPA está na capacidade de reunir parlamentares de diferentes partidos em torno de pautas específicas. </p><p></p><p>E as urnas preservaram esse núcleo político na Câmara, ao mesmo tempo em que levaram para o Senado nomes com forte trajetória no setor.</p><p></p><p>No Senado, mudanças maiores</p><p></p><p>Duas das três cadeiras de cada estado estavam em disputa, o que tornou o resultado especialmente relevante para a composição do Senado a partir de 2027. O agro perde alguns nomes experientes, mas também leva para a Casa uma nova geração de parlamentares com trajetória na Câmara, no Executivo e na produção rural.</p><p></p><p>Entre as perdas está Carlos Fávaro, que encerra o mandato por Mato Grosso. No estado, ele e Jayme Campos deixam a Casa, enquanto Wellington Fagundes permanece até 2031. Em seu lugar entram Mauro Mendes, ex-governador de Mato Grosso, e Zé Medeiros, que já foi senador e retorna agora eleito. Mendes chega ao Congresso pela primeira vez depois de dois mandatos à frente de um dos principais estados produtores do país; Medeiros leva para o Senado uma atuação concentrada em infraestrutura, segurança jurídica e questões que afetam diretamente a produção.</p>