<p><strong>Por Enio Fonseca</strong></p><p></p><p><strong style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);">Introdução:</strong><span style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);"> A Soberania Geoeconômica e o Destino do Agronegócio</span></p><p><span style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);">A arquitetura da geoeconomia política global redefine-se continuamente pela aptidão dos Estados em gerir fluxos de riquezas com racionalidade, previsibilidade e eficiência. Nesse contexto, os modais de transporte — articulações complexas entre ferrovias, hidrovias, portos e rodovias — transcendem a mera condição de infraestrutura física, constituindo o núcleo estruturante da soberania econômica e da inserção internacional de uma nação.</span></p><p></p><p><span style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);">Para o Brasil, nação de vocação agrícola incontestável, a logística representa a fronteira definitiva entre a excelência tecnológica na produção agropecuária e a consolidação geopolítica de sua liderança alimentar global. Persiste, no entanto, um descompasso estrutural secular: a sobreposição do modal rodoviário e a ausência de uma verdadeira coesão multimodal.</span></p><p></p><p><span style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);">Diante de safras monumentais que esbarram em ineficiências logísticas crônicas, este artigo propõe uma análise crítica sobre a matriz de transportes brasileira (rodoviária, ferroviária e hidroviária). Ao dimensionar os reflexos de custos e volumes e confrontá-los com os arranjos logísticos de potências globais — Estados Unidos, China e Rússia —, busca-se fundamentar os pilares para uma política de Estado orientada à competitividade e à segurança geoeconômica.</span></p><p><span style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);">Este artigo pretende repercutir a apresentação que fiz enquanto Diretor de Sustentabilidade do Agronegócio e Infraestrutura da ALAGRO, Academia Latino-Americana do Agronegócio, no evento PEAGRO, que aconteceu em Teresina, nos dias 30 e 31 de outubro.</span></p><p></p><p>[ <strong><a href="https://www.direitoambiental.com/a-importancia-do-modal-de-transporte-para-o-agronegocio/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Clique aqui para ler o artigo na íntegra</a></strong> ]</p><p></p><p><strong>ENIO FONSECA</strong> - Diretor de Sustentabilidade Agroambiental e Infraestrutura da Alagro, CEO da Pack of Wolves , foi Sup. do Ibama em MG, sup. Gestao Ambiental Cemig ,Conselheiro do Copam, Conselheiro do FMASE, Diretor de MA e RI na SAM Metais.</p>
<p><strong>Por Enio Fonseca</strong></p><p></p><p><strong style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);">Introdução:</strong><span style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);"> A Soberania Geoeconômica e o Destino do Agronegócio</span></p><p><span style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);">A arquitetura da geoeconomia política global redefine-se continuamente pela aptidão dos Estados em gerir fluxos de riquezas com racionalidade, previsibilidade e eficiência. Nesse contexto, os modais de transporte — articulações complexas entre ferrovias, hidrovias, portos e rodovias — transcendem a mera condição de infraestrutura física, constituindo o núcleo estruturante da soberania econômica e da inserção internacional de uma nação.</span></p><p></p><p><span style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);">Para o Brasil, nação de vocação agrícola incontestável, a logística representa a fronteira definitiva entre a excelência tecnológica na produção agropecuária e a consolidação geopolítica de sua liderança alimentar global. Persiste, no entanto, um descompasso estrutural secular: a sobreposição do modal rodoviário e a ausência de uma verdadeira coesão multimodal.</span></p><p></p><p><span style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);">Diante de safras monumentais que esbarram em ineficiências logísticas crônicas, este artigo propõe uma análise crítica sobre a matriz de transportes brasileira (rodoviária, ferroviária e hidroviária). Ao dimensionar os reflexos de custos e volumes e confrontá-los com os arranjos logísticos de potências globais — Estados Unidos, China e Rússia —, busca-se fundamentar os pilares para uma política de Estado orientada à competitividade e à segurança geoeconômica.</span></p><p><span style="background-color: rgb(255, 255, 255); color: rgb(51, 51, 51);">Este artigo pretende repercutir a apresentação que fiz enquanto Diretor de Sustentabilidade do Agronegócio e Infraestrutura da ALAGRO, Academia Latino-Americana do Agronegócio, no evento PEAGRO, que aconteceu em Teresina, nos dias 30 e 31 de outubro.</span></p><p></p><p>[ <strong><a href="https://www.direitoambiental.com/a-importancia-do-modal-de-transporte-para-o-agronegocio/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Clique aqui para ler o artigo na íntegra</a></strong> ]</p><p></p><p><strong>ENIO FONSECA</strong> - Diretor de Sustentabilidade Agroambiental e Infraestrutura da Alagro, CEO da Pack of Wolves , foi Sup. do Ibama em MG, sup. Gestao Ambiental Cemig ,Conselheiro do Copam, Conselheiro do FMASE, Diretor de MA e RI na SAM Metais.</p>